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Dicas para um bom relacionamento com Pessoas Cegas e Pessoas com Baixa Visão*

- Informe verbalmente a direção do trajeto usando expressões como: em frente, à direita, à esquerda, etc, sem usar palavras como: aqui, lá, ali.

- Ajude a pessoa cega a formar a imagem mental do local onde se encontra, seja num recinto fechado ou na rua.

- Evite deixar objetos no caminho por onde uma pessoa cega costuma transitar. Caso necessário avise-a.

- Em caso de degraus, informe-a se é para subir ou descer.

- Mostre o corrimão de uma escada comum, rolante ou de ônibus. Ela subirá e descerá sozinha, sem ser empurrada.

- Para orientá-la na rua, indique como ponto de referência a parede.

- Conserve as portas fechadas ou bem abertas, evitando deixá-las semi-abertas.

- Deixe que ela segure seu braço, não a empurre, pelo movimento de seu corpo ela sentirá o que fazer.

- Evite comportamentos inadequados e atitudes antiestéticas sob o pretexto de que o cego não as percebe. A falta de visão e de qualquer outro sentido não dispensa ninguém da reverência e da consideração amistosa. As atitudes humanas criam no ambiente uma atmosfera correspondente ao caráter moral do conteúdo da ação.

- Em cumprimentos, identifique-se. Brincar de: “Quem sou eu?” causa constrangimento.

- Fale diretamente aquilo que deseja dizer à pessoa cega, sem usar interlocutores.

- Ao se afastar, avise-a, para que não fique falando sozinha.

- Quando for orientá-la a sentar, coloque sua mão sobre o braço ou encosto da cadeira. Ela é capaz de acomodar-se por si.

- Em encontros sociais, apresente a pessoa cega aos circunstantes mais próximos para que não fique isolada do convívio.

- Se puder ajudar em travessias de ruas ou em ambientes amplos, ofereça-lhe o braço e não a deixe no meio do percurso.

As dicas acima apresentadas servem apenas de parâmetros de relacionamento entre pessoas cegas e de visão normal, pois é impossível nomear todas as situações que podem ocorrer no convívio social. Assim agindo, estaremos promovendo o direito à cidadania das pessoas com deficiência.

* Marli Bion, Professora, Especializada em Educação de Deficientes Visuais /FADERS, em exercício na Biblioteca Pública do Estado/SEDAC,
Coordenadora do Setor Braille

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